quarta-feira, 15 de julho de 2020

MEUS DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - PARTE LXII

Em continuação aos nossos depoimentos anteriores, abordaremos a figura do cacique Guaimã, a quem alguns historiadores chamavam de um cacique bandoleiro, graças a sua liderança imbatível no seio de sua terra natal.

José Varela Pereira, um descedente da etnia Aruaque, a qual Guaimã pertencia, conforme comprovado historicamente. Para Varela, Guaimã é a mais obscura das lideranças nativas em defesa do solo sagrado e milenar de seus ancestrais, mas já é tempo de tirar-lhe do limbo para vir aos poucos a luz, enfrentar o julgamento - quem sabe? - de seus descendentes, antes porém, insistimos um pouco mais em chamar atenção para o perfil etnopsicológico dessas populações ditas caboclas, sobreviventes da 'pacificação' dos Nuheengaibas, como chamavam os Tupinambás, o que foi feito pelo fio da espada e dos trovejantes canhões dos 'civilizados', senhores da escravização dos nativos, herdeiros legítimos da terra sem males.

A história de Guaimã, um líder lendário dominador da região norte do arquipélago do Marajó, antiga Marinatambalo na denominação primitiva. A história desse líder comporta mais capítulos.

Imagem do mapa do Município de Chaves-Marajó.

Continua.

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