sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

MEIO AMBIENTE, UM DEBATE QUE NÃO DEVE CALAR

Um dos grandes temas do momento é a construção do Parque Ambiental na área onde se encontra o Aeroclube de Belém, denominado "Brigadeiro Protásio".

O assunto vem sendo noticiado pela imprensa local com a possibilidade de sua realização.

O ex vereador Nelson Chaves merece louvores por tantas ideias trazidas a lume na busca do bem comum, defendendo o meio ambiente que nos agasalha, é a nossa casa no mais amplo sentido filosófico, e por isso mesmo é nosso dever protegê-la.

Publicamos a seguir a divulgação no Jornal A Tribuna do Advogado, em abril de 2015.

Belém deverá ganhar até o seu aniversário de 400 anos, em 2016, um verdadeiramente digno desta efeméride: um novo parque ambiental para suprir boa parte da carência de espaços de lazer da qual padece a população da capital, e ainda, uma obra que ajudará a desafogar o trânsito da capital, com a abertura de uma ou mais vias alternativas de circulação em uma de suas áreas mais movimentadas.

A área em questão é a do atual Aeroporto Brigadeiro Protásio, onde também está instalado o Aeroclube de Belém, entre as avenidas Doutor Freitas e Julio Cezar, no bairro da Pedreira, em um total de 52ha, que a Prefeitura de Belém pretende transformar em parque ambiental, com a recuperação do verde, a instalação de equipamentos de lazer, restaurantes, lanchonetes, prédios públicos e ainda, vias ligando as duas avenidas para ajudar a desafogar o trânsito na Almirante Barroso.
 
Serão varias soluções para Belém em uma só obra para mudar a cara da cidade. A possibilidade de abertura da chamada área do Aeroclube já foi considerada várias vezes, mas a iniciativa atual partiu de uma primorosa ideia do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Nelson Chaves, que foi encampada pela Ordem dos Advogados do Brasil-Seção Pará, através de sua Comissão do Meio Ambiente.
 
NELSON CHAVES

Nelson Chaves revela que a concepção surgiu há cerca de vinte anos, quando era vereador em Belém. "Naquela altura, fiz a sugestão de que a cidade pudesse fazer o aproveitamento daquela área para um grande parque ambiental, e pudesse levar o Aeroclube para uma outra área, considerando a importância para a cidade de Belém da existência de um parque ambiental desse tamanho, e como influenciaria na condição da vida", lembra o conselheiro.
 
A ideia foi amplamente divulgada pela imprensa na época, apesar do impacto que teria sobre a população da capital. Nelson Chaves recorda que o Bosque Rodrigues Alves tem apenas 15ha, enquanto que o futuro parque ambiental terá quase 60ha, uma área quatro vezes maior. "A proposta é dar a Belém uma área de lazer e de serviço semelhante a do Parque do Ibirapuera, em São Paulo".
 
Segundo Chaves, não haveria problemas em deslocar as atividades do Aeroclube para outra área mais distante na Região Metropolitana, em troca de dar a Belém um novo parque. Todavia, tudo depende de uma negociação com o Ministério da Defesa, já que o terreno pertence à Aeronáutica. A grande conquista será fazer com que a área seja incorporada ao patrimônio da cidade, observa Nelson que conta com o apoio de entidades como o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-PA) e a Ordem dos Advogados do Brasil-Seção Pará, além da opinião publica e imprensa, para que seja viabilizado um acordo político, envolvendo a Prefeitura de Belém, o Governo do Estado e a Presidência da República, visando o melhor para Belém e sua população.

Nelson Chaves argumenta que a liberação da área só depende de uma decisão política bastante simples por parte do Governo Federal, para viabilizar uma permuta com o Governo do Estado do Pará ou a Prefeitura de Belém, em troca de outro terreno para o Aeroporto Brigadeiro Protásio, ou mesmo uma doação da área do futuro parque para o município de Belém. "Temos que respeitar o interesse da Aeronáutica e a responsabilidade de quem tem o dever de zelar pelo patrimônio público, enfatiza Nelson Chaves, afirmando que este projeto terá repercussão política nos legislativos municipal e estadual e a imprensa em geral, porque, mais importante do que o fato é a noticia do fato, o silêncio não tem eco.

O arquiteto Nelson Chaves tem sido um incansável lutador em busca de um meio ambiente mais humanizado.

Na condição de vereador presidente da Câmara Municipal de Belém, conseguiu a proibição do trânsito de ônibus e outros veículos em frente ao Theatro da Paz.


A ideia é evitar danos na estrutura da construção enquanto simbolo da cultura paraense.

Nelson Chaves, em verdade, é um exemplo que todo político deveria imitar.

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