Em continuação aos depoimentos anteriores, retomamos ao tema transporte multimodal como instrumento de desenvolvimento social através dos milênios passados.
É verdade que o processo tecnológico dos transportes ganhou espaços jamais imaginados, além do primitivo transporte aquaviário, vimos nascer o transporte ferroviário, o rodoviário e finalmente o aeroviário. Todo este complexo universo de mobilidade humana formou a base do desenvolvimento tecnológico diversificado, cada um ao seu modo de ser.
Em nosso modo de ver, apesar da diversidade de transporte ainda será o transporte aquaviário ou hidroviário. Os países que acreditam nessa realidade mantém estável sua estrutura social, econômica e cultural.
A história do Brasil quando fala de desenvolvimento do império esclarece:
"O porto de Santos, em 1885 era o maior exportador de café do Brasil. A cafeicultura deslocou o centro econômico do país do nordeste para o centro sul e possibilitou o surgimento de novas cidades e de estradas de ferro, ao mesmo tempo que provocou uma transformação no sistema de mão de obra, substituindo o braço escravo pelo trabalho assalariado, confiado principalmente aos imigrantes europeus".
É imperioso lembrar a figura do genial Visconde de Mauá, que incentivou a instalação de indústrias e dezenas de casas de crédito para o apoio da monarquia. Apesar de desastrosos empréstimos fetos no exterior, a situação econômica do país era de franca prosperidade.
Conclui-se que o transporte aquaviário está na base do progresso da espécie humana.
Imagem do Porto de Santos (Brasil) em 1885.
Imagem do Visconde de Mauá, Coleção Paulo César de Andrade - GB). Fonte - História do Brasil de Bloch Editores.



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