quinta-feira, 25 de março de 2021

MEUS DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - PARTE CXXIV

Retomando nossa caminhada pelas trilhas da história da milenar civilização Marajoara com origem na região caribenha há milhares de anos passados segundo relatos de respeitáveis pesquisadores do assunto.


Feitas essas observações preliminares, falaremos a seguir das lendas e contos marajoaras, que povoam o universo popular da descendência primitiva, hoje mesclada com outras raças. Abrimos espaço para falar de uma recente história relatada por um atleta Marajoara, no ramo da natação, nosso personagem é André Araújo, nativo de Soure-Marajó-Pará. 


Em seu depoimento, André Araújo contou o seguinte: "Estava eu participando de um torneio de natação com diversos atletas no rio de Soure-Pará, no trecho Salvaterra-Soure. Estávamos iniciando a competição esportiva, quando observei um vulto estranho na retaguarda do grupo, nadando na mesma direção. O impacto a mim causado foi de pavor, fazendo com que minhas forças se multiplicassem de tal modo que consegui sair da última posição para quase alcançar a primeira posição". 


O depoente afirmou que aquela visão fantástica e inexplicável desapareceu nas águas profundas do Rio de Soure, no Pará. É mais uma história que passa a fazer parte da mitologia Marajoara povoada de histórias, de mistérios, contos, lendas e realidades milenares.


Nesse contexto, encontra-se o vaqueiro encantado Jerônimo, que povoa o imaginário popular. Outro Imaginário é o vaqueiro encantado do Marajó, que aparece montado em um cavalo branco, vestido de roupa branca, galopando nos campos marajoaras, nas noites enluaradas, espantando a boiada só de Pavulagem.

Imagem do estuário do Rio de Soure.
Imagem do depoente no porto pesqueiro de Soure.

Imagem de um torneio de natação.

Imagem de vaqueiro montado em cavalo branco (ilustrativo).

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