Ao concluir o mandato gratuito de vereador, no início da década de 70, conforme relatos anteriores, novos caminhos e novos desafios estavam postos para serem enfrentados. ERA UM RECOMEÇO BASTANTE AMARGO PARA SER ENFRENTADO, APESAR DE UM PASSADO DE VITÓRIAS EM FAVOR DE TODOS QUANTOS SONHAVAM POR UM MUNDO MELHOR NOS CAMPOS DA SAÚDE, EDUCAÇÃO ESCOLAR, SANEAMENTO BÁSICO, TRANSPORTE AQUAVIÁRIO, ILUMINAÇÃO ELÉTRICA, CRIAÇÃO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE CHAVES, RESIDÊNCIA OFICIAL DOS PREFEITOS DE CHAVES QUE NÃO EXISTIA.
Agora a realidade. Tudo pertencia a um passado de sonhos e nada pertencia ao ex-vereador com mandato gratuito a bem da verdade, mas com o sabor da vitória por poucos alcançada, no espaço tempo vivido por um menino pescador e agricultor no solo sagrado da civilização marajoara, que termina no século XIX, quando a Cabanagem foi sufocada com o sangue derramado dos nativos sonhadores de liberdade, igualdade e fraternidade, sendo dos advogados franceses, Danton, Robespierre, Marat e tantos outros sonhadores que alimentam as esperanças de um mundo povoado por homens livres e de bons costumes. Um mundo onde fracos e empobrecidos mereçam o respeito devido.
Vencida esta etapa, precisávamos de novas frentes de combate. Varias oportunidades foram oferecidas, entre essas, aceitei ser comandante de um barco motorizado fazendo a rota Belém-Chaves-Macapá e vice-versa, a seguir aceitei a nomeação de servidor do departamento Aeroviário do estado, criado pelo governador Alacid Nunes, sendo nomeado diretor o ex-deputado estadual e comandante aviador Antônio Guerreiro Guimarães.
Imagens aéreas da cidade de Chaves-Marajó.
Imagem de um iate semelhante ao comandado pelo depoente na década de 70.
Continua.


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