Dando sequencia aos depoimentos relacionados com a civilização marajoara, com destaque para o ciclo dos Aruans, que teve início no século 13 depois de Cristo ao século 19 depois de Cristo, ocupando o litoral leste (Chaves, Soure) Amapá, Mexiana, Caviana, segundo estudos realizados e publicados por Meggers (1957), Galvão (1965), Simão e Figueiredo (1963). Segundo pesquisadores da cultura marajoara, a cerâmica marajoara mostra uma dicotomia entre os vasos domésticos e mortuários, com formas variadas e decoração simples e superfície predominantemente lisa, e os vasos mortuários com formas e decorações variados. Os indígenas da fase marajoara possuía organização social mais complexa. Todos os demais eram "agricultores da floresta tropical".
Conclui-se que, apesar da grande concentração popular nativa, a floresta foi preservada por milhares de anos de sua história pelos primitivos habitantes em suas cinco fases da ocupação da Amazônia.
Louvores, com destaque para os pesquisadores e historiadores que deixaram para a história presente e futura uma realizada, uma realidade que vai sendo apagada pela poeira contaminada do tempo, a civilização Marajoara, cuja história guardada nos cemitérios que continuam sendo saqueados e peças valiosas sendo comercializadas, rendendo fortunas aos saqueadores.
Padre Giovani Gallo, um discípulo de Jesus Cristo, merece destaque pela criação do Museu do Marajó, no território onde a cultura ancestral teve luminoso desenvolvimento.
Arquipélago do Marajó.
Continua.


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