A ART vem alicerçada na Lei Federal N° 6.496/77, que completa 41 anos de existência e tem, também, como ponto do defesa o interesse público nacional, pelo fato de identificar autores responsáveis pelo desenvolvimento de projetos nas áreas técnicas, e, principalmente que envolvem grandes investimentos públicos. Antes da existência deste mecanismo legal era quase impossível localizar, em primeiro momento, os responsáveis por desvios de recursos e obras inadequadas que fugiam ao principio da legalidade, da técnica e dos contratos.
Com surgimento desta norma legal, aparece no cenário nacional o acervo técnico dos profissionais, que
são utilizados pelas empresas a quem eles estiverem vinculados mediante contrato, e assim é possível
mensurar a partir de então, a capacidade técnica de um profissional ou de uma
empresa do ramo. E importante lembrar que através do acervo técnico, amparado
nos registros de ART, se pode identificar a capacidade técnica de profissional e adequar essa capacidade
ao principio constitucional de que é livre o exercício de todo trabalho,
oficio ou profissão, respeitadas as especializações que a lei determina,
pensamento este gravado no art. 5°, XIII da Constituição Federal.
Não há
necessidade de maiores esclarecimentos quanto à verdade real que cerca o
tema, Muitos, de maneira desinformada, ou até a serviço de correntes adversas
do Sistema Confea/CREAs e Mutua, ainda lutam, continuadamente, pela extinção
das Anotações de Responsabidade Técnica.
É uma realidade que a sociedade brasileira deve se opor. isto pelo fato da ART ser dispositivo legal de proteção a sociedade. Junte-se a isto uma realidade que precisa ser dita com o som das trombetas, em nome da verdade. A ART gerou outra condição para a sociedade tecnológica nacional. É a Mútua, Caixa de Assistência aos Profissionais da Engenharia, da Agronomia e outras assemelhadas.
Não é exagero afirmar-se que a Mútua é braço social e solidário do sistema, quando acolhe em momentos de necessidades extremas apelos de empréstimos para diversas finalidades a custos abaixo do praticado no mercado financeiro. A exigência que se faz e mais humanitária possível, ou seja, o postulante só precisa ser profissional da área ou funcionário do sistema e que tenha filiação à Mútua, Caixa de Assistência dos Profissionais.
Defender a permanência da ART é uma questão de honra para todos nós. é missão protecionista dos interesses da nação brasileira.
O Sistema Confea/CREAs, é bom que se diga, é gerador de mais de 70% do PIB nacional, através do trabalho inteligente e edificante dos componentes do sistema, e engloba, hoje, filiados, da ordem aproximada de 1.400 mil profissionais em todo o território nacional. Vale dizer que a força econômica e a inteligência dessa organização merecem todo respeito pelo que representa para a grandeza do Brasil.
Em novembro do ano de 2016, em Brasília, o Sistema Confea/CREAs/Mútua criou a Frente Parlamentar da Engenharia, essa iniciativa é um avanço político de grande repercussão nacional.
É uma realidade que a sociedade brasileira deve se opor. isto pelo fato da ART ser dispositivo legal de proteção a sociedade. Junte-se a isto uma realidade que precisa ser dita com o som das trombetas, em nome da verdade. A ART gerou outra condição para a sociedade tecnológica nacional. É a Mútua, Caixa de Assistência aos Profissionais da Engenharia, da Agronomia e outras assemelhadas.
Não é exagero afirmar-se que a Mútua é braço social e solidário do sistema, quando acolhe em momentos de necessidades extremas apelos de empréstimos para diversas finalidades a custos abaixo do praticado no mercado financeiro. A exigência que se faz e mais humanitária possível, ou seja, o postulante só precisa ser profissional da área ou funcionário do sistema e que tenha filiação à Mútua, Caixa de Assistência dos Profissionais.
Defender a permanência da ART é uma questão de honra para todos nós. é missão protecionista dos interesses da nação brasileira.
O Sistema Confea/CREAs, é bom que se diga, é gerador de mais de 70% do PIB nacional, através do trabalho inteligente e edificante dos componentes do sistema, e engloba, hoje, filiados, da ordem aproximada de 1.400 mil profissionais em todo o território nacional. Vale dizer que a força econômica e a inteligência dessa organização merecem todo respeito pelo que representa para a grandeza do Brasil.
Em novembro do ano de 2016, em Brasília, o Sistema Confea/CREAs/Mútua criou a Frente Parlamentar da Engenharia, essa iniciativa é um avanço político de grande repercussão nacional.

Nenhum comentário:
Postar um comentário